Especial Bienal do Livro

Armazém na Bienal do Livro 2014

* Por Meiri Farias

Foto: Twitter oficial da Bienal

Foto: Twitter oficial da Bienal

A 23º Bienal do Livro começou de forma bem inusitada para mim. Não fui nos primeiros dias – tanto por falta de tempo como pelo desejo de esperar a poeira abaixar um pouco – mas acompanhei os comentários e relatos dos que se aventuraram no primeiros dia. Com foco nos eventos (Bienal + estagiária de jornalismo = -$$), meu principal objetivo era participar do encontro “Primeiras leituras para todas as idades”, com Pedro Bandeira, Eva Furnari e Ziraldo.

Sou apaixonada pelo jornalismo (é preciso muito amor para encarar, acredite), mas flerto com a literatura desde os oito anos de idade quando escrevi um conto intitulado ‘Duas faces’. Relembrar o enredo é irrelevante para o texto, mas é importante mostrar o contexto desse momento por que foi aos oito anos que decidi ser escritora. Na terceira série do que hoje é chamado de fundamental 1, resolvi que dedicaria a minha vida a fazer com que outras pessoas encontrassem um pouco de magica ao virar as paginas de um livro, da mesma forma que autores especiais me proporcionaram essa oportunidade.

Ana Maria e Maria Clara Machado, Fernanda Lopes de Almeida, Monteiro Lobato, Sylvia Orthof , Lygia Bojunga , Ziraldo, Irmãos Grimm, Andersen, isso só para citar alguns, que lá no começo ajudaram a alimentar minha imaginação e fizeram companhia. Entre eles, dois autores se destacaram de forma especial. Não apenas pelo talento ou qualidade de suas histórias, mas principalmente pela proximidade com o publico e pela forma que se estabeleceram no imaginário de cada um dos leitores, de diferentes idades, diferentes gerações. Durante a semana que se inicia falaremos da Bienal do Livro, dos eventos, mas principalmente da relação autor-livro-publico de dois dos meus escritores favoritos da infância: Pedro Bandeira e Maurício de Souza. Essa semana pós Bienal é dedicada as primeiras leituras!

**Para terminar esse texto, aviso que meu sonho não morreu. Por hora decidi que ser jornalista também é uma forma de contar histórias, resgatar memórias e porque não, ajudar a compreender um pouco essa insignificância que chamamos de realidade. Literatura ou jornalista? Positiva ou negativamente, a linha pode ser bem tênue.

 

 

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