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Dica de Segunda: Radinho da Bia

SHOP“Estou de volta pro meu aconchego…”

Sim, essa música fala da minha volta às dicas no blog, não, hoje não vou falar da Elba.

Pois bem, essa ideia já andava na minha cabeça há uns bons meses, mas nunca achava jeito de colocar em prática, hoje decidi deixar sair pra ver no que dá (“Aponta pra fé e rema…”). Estou toda cantadora assim, porque a dica de hoje trata dos discos que botei pra tocar no radinho ultimamente!

rádinho da Bia

Como já estamos em março (“Por onde andei…?”) acoplei em 4 discos e um bônus o que mais ouvi de janeiro pra cá, mas a ideia é que vire uma coisa mensal, ou até que saia da dica e caminhe sozinho por outro dia da semana (spoiler não autorizado). Sem mais demora:

Porquê da Voz (César Lacerda)

César Lacerda tem a voz mais catártica que ouvi em muito tempo. Nesse disco somos envolvidos por diversas sensações que só letras tão inteligentes e sons sensíveis no ponto são capazes de nos proporcionar.

Ouça “Simone de Santarém”

Entrevista: O porquê da voz de César Lacerda

-Pearl (Rubel)

Faz mais ou menos um ano que ouvi esse disco, acho propício o meu retorno a ele nas últimas semanas. O disco fala de viagem, mas pessoalmente se trata de estar em casa. Deleitar-se com o lar, seja onde for.

Ouça “Ben”

Entrevista: Rubel: Músicas e histórias de uma casa chamada Pearl

-Toda a Casa Crua (Lemoskine)

Rodrigo Lemos contou em algum lugar que esse é um disco sobre mulheres, dos mais diversos olhares. Sou contraditória quando relaciono meus sentimentos a ele: me aproprio das histórias e olhares, mas se trata principalmente da fuga, uma fuga séria e pessoal.

Ouça “Maria Lúcia estava em chamas”

*vídeo não oficial, para conhecer o canal do artista clique aqui.

Entrevista: Lemoskine: Música além da audição

-Arapiraca, Maceió, 2013 (Bruno Berle)

Gosto da sinceridade desse CD. A voz de Bruno Berle é genuína, e a inteligência das letras se encontra na simplicidade: falar de sentimentos é estar vivo. Esse disco é o mar que eu ainda não visitei, mas mergulho mesmo assim, sempre que (im)possível.

Ouça “Anti-amor”

Entrevista: Bruno Berle: Encontros, despedidas e uma viagem por Alagoas

Bônus: Dia Branco (versão 5 a Seco)

Essa música tem cheiro, sabor e cor de viagem. Conheci a versão no começo do ano (mas ela já é um pouco mais antiga), época propicia em que estava saindo de férias, então sempre que ouço me sinto em movimento, a agridoce sensação da saudade. O dia nasce mais bonito sempre que essa canção toca.

Beatriz Farias

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