Exposições

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Para mais informações, clique no título da atividade:

Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari

Mário de Andrade (1893-1945) viveu entre os artistas de seu tempo. Porém, os seus dois pintores foram Lasar Segall (1891-1957) e Candido Portinari (1903-1962), não apenas porque revelaram tão profundamente a tipologia antagônica de sua personalidade, mas, principalmente, por encarnarem os heróis maiores da epopeia crítica marioandradiana.

De 8 de agosto a 6 de outubro (diariamente, fechado as terças), 11h às 19h – Museu Lasar Segall

Pelos Olhos de Manoel

A Biblioteca do SESC Santo Amaro recebe ambientação cenográfica que aborda o universo imagético da obra de Manoel de Barros, poeta brasileiro, foi um dos principais autores contemporâneos do país. Neste espaço serão realizadas apresentações, intervenções e rodas de leitura.

Até 2 de novembro – SESC Santo Amaro

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Exposição Cerâmicas do Brasil

A mostra junta em pé de igualdade criações de indígenas, artistas e designers populares e artistas e designers eruditos. Sua característica central é a transversalidade, por lidar sem distinção com esses universos muitas vezes vistos de maneira estanque. “Além de misturar as autorias, a exposição também questiona os limites em geral muito rígidos entre artesanato, design e arte”, explica a curadora Adélia Borges. A mostra terá uma sala de vídeos com a apresentação de documentários sobre artistas participantes e uma sala de leitura com catálogos e livros que permitam entender melhor a produção de cada autor. O design expositivo é assinado pelo arquiteto Pedro Mendes da Rocha.De 12 de agosto a 18 de outubro (ter a dom), 11h às 19h – A CASA museu do objeto brasileiro

Arquivo Décio Pignatari: Um lance de dados

A exposição compreende as diferentes frentes do poeta, ensaísta, publicitário, tradutor, professor e teórico Décio Pignatari e sua rede de relações nacional e internacional, apontadas a partir de seu arquivo pessoal por meio de uma seleção de fotografias, estudos, jornais, datiloscritos, correspondências e publicações de poesias concretas dos mais variados autores. O público poderá acessar mais informações desse arquivo por meio de um catálogo eletrônico, um banco de dados. Curadoria: Maria Adelaide Pontes e Marcio Harum – convidado: Walter Silveira

De 20 de agosto a 25 de outubro (ter a sex), 10h às 20h. (sáb, dom e feriado), 10h às 18h – Centro Cultural São Paulo

Imagens Musicais

Com fotografias do cenário musical brasileiro de Marco Aurélio Olímpio, fotógrafo especializado em clicar shows e capas de CDs. A seleção da mostra conta com 37 imagens em preto e branco e registram cantores e músicos em ação, como Cássia Eller, Elza Soares, Naná Vasconcelos e Paulo Moura. Também foram clicados por Olímpio artistas do samba, bossa nova, tropicália, MPB e Jovem Guarda.

Até 26 de setembro (sex e sáb), 10h às 17h30. (ter, qua e qui), 13h às 21h30 – Oficina Cultural Alfredo Volpi

Kandinsky: tudo começa num ponto

A mostra reúne mais de uma centena de obras e objetos do artista, seus contemporâneos e suas influências. O acervo diverso tem como base a coleção do Museu Estatal Russo de São Petersburgo, enriquecido com obras de mais sete museus da Rússia e coleções procedentes da Alemanha, Áustria, Inglaterra e França.

Até 28 de setembro (qua a seg), 9h às 21h – Centro Cultural Banco do Brasil

As mulheres de Brecheret

Em “As mulheres de Brecheret” são exibidos os relevos em mármore travertino do escultor que decoravam um edifício da Rua XV de Novembro, no centro da cidade. Ao todo são oito peças, com tamanhos que pesam cerca de 600 kg.

3 de setembro a 29 de outubro (ter  – dom), 10h às 19h – Museu Brasileiro da Escultura (MuBE)

Gullah, Bahia, África

Gullah, Bahia, África conta três histórias em uma: a trajetória acadêmica de Lorenzo Dow Turner; sua jornada para desvendar um código linguístico e suas descobertas, que atravessaram continentes. Já nos anos 1930, a pesquisa pioneira de Turner demonstrou que, apesar da escravidão, os africanos trazidos aos EUA transmitiam sua identidade cultural a seus descendentes por meio de palavras, músicas e histórias.  Estudioso de várias línguas africanas, como twi, ewe, iorubá, bambara e wolof, além do árabe, Turner utilizou seu conhecimento para se dedicar à pesquisa da fala da comunidade gullah/geechee, da Carolina do Sul e da Geórgia, no sul dos EUA, até então desprezada como um “inglês mal falado”.  Os estudos de Turner confirmaram que, pelo contrário, o povo Gullah falava uma língua crioula, com elementos linguísticos próprios e da cultura de seus ancestrais africanos. R$6/ 3. Gratuito as quintas e sábados.

18 de agosto a 18 de outubro – Museu Afro Brasil

Diálogo no Escuro

Em “Diálogo no Escuro” não há quadros expostos, nem obras monumentais. Na mostra, o público é divido em grupos de até oito pessoas que são instigadas por um guia a explorar quatro ambientes totalmente escuros, de 45 a 60 minutos, utilizando apenas três de seus sentidos: tato, audição e olfato.

Privados do sentido que coordena praticamente todas as ações do corpo humano, os participantes são colocados em outra dimensão. A única pessoa que está totalmente inserida naquele mundo é o guia, já que fora dali ele também não consegue ver nada, além da escuridão. Sex e sáb: R$30/15. Seg, qua e qui: R$ 24/12. Ter: Gratuito.

22 de Agosto de 2015 a 20 de Fevereiro de 2016 – Unibes Cultural

Mostra Rumos

A mais recente edição do programa Rumos traz uma variedade de linguagens, muitas entrelaçadas, entre obras visuais e tecnológicas, espetáculos de cênicas, audiovisuais, pesquisas, seminários e temas que suscitam debates; é o resultado da reformulação do programa do Itaú Cultural de apoio à produção cultural brasileira, e revela a arte atual em diálogo entre diversos suportes

A exposição revela um híbrido das artes, incluindo uma maratona de espetáculos de dança, teatro, música, performance, seminários, debates que se alonga por todo o mês, no mesmo período em que são exibidas as obras com caráter expositivo em dois dos andares da casa. Gratuito

Para saber mais: conteudopublicacoes.com.br/mostra-rumos

De 27 de agosto a 25 de outubro (ter – sex), das 9h às 20h. (sáb, dom e feriados), das 11h às 20h – Itaú Cultural

 

Exposição de min­iaturas de figurinos

Figurinos que marcaram a história do cinema mundial usados por personagens inesquecíveis foram o mote da 13 ª edição do Concurso Sigbol Tesoura de Ouro realizado pela escola de moda Sigbol Fashion. Os alunos receberam o desafio de reproduzir livremente, nas proporções de um mini-busto, um look vestido por uma personagem do cinema.

O resultado será mostrado em exposição itinerante, uma parceria entre a CPTM e a Sigbol Fashion, nas estações da CPTM. No período entre 31/08/2015 e 30/09/2015 será a vez da Estação Luz abrigar a exposição, que ainda passará pela Estação Barra Funda até o fim do ano. São 50 peças criadas por alunos que participaram desta edição do concurso realizado anualmente pela escola. Gratuito

De 31 de agosto a 30 de setembro – Espaço Cultural Estação da Luz (CPTM)

Invisível? SP | NYC

Mobilidade urbana, espaços públicos, relações humanas, qualidade de vida. E a bicicleta permeando e sendo permeada por tudo isso, como ponto de partida para pensar e sentir a cidade. Este é o eixo central de Invisível? SP | NYC, uma exposição de fotografia e arte que tem a cidade – suas ruas, suas pessoas e suas relações – como motivação. E a bicicleta como pretexto. A mostra será montada partindo do conceito de ocupação de espaços e as obras serão colocadas em diversos pontos do conjunto arquitetônico do CCSP, convidando os visitantes a ativamente percorrem e se apropriarem do espaço. Tudo o que acontecer em SP acontecerá simultaneamente em NYC.

cocuradoria: Baixo Ribeiro, da Galeria Choque Cultural SP, e Jeanne Hilary, artista transmídia de NYC, fundadora da Bicycle Utopia (organização de NYC que trabalha com projetos interativos de arte pública transmídia)

De 12 de setembro a 8 de novembro – Centro Cultural São Paulo

80 anos de Maurício de Souza

Exposição do acervo da Gibiteca Henfil, sobre os 80 anos do autor Maurício de Souza, um dos mais importantes quadrinistas brasileiros. A mostra traz os personagens criados pelo pai da Mônica.

De 15 de setembro a 15 de novembro (ter – sex), das 10h às 20h; (sáb, dom e feriados), das 10h às 18h – Gibiteca Henfil – Centro Cultural São Paulo

Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas mexicanas

O instituto Tomie Othake receve em setembro uma temporada de quase 4 meses. Além de contemplar a vida artística da pintora mexicana Frida Kahlo (1907 – 1954), a mostra também presenteia o público com pinturas de Maria Izquierdo, Remedios Varo, Lenora Carrington e outras artistas mexicanas. R$ 10/ 5

27 de setembro a 10 de janeiro de 2016 – Instituto Tomie Ohtake

 

Bonecas Quebradas

O espetáculo Bonecas Quebradas será encenado de 3 a 6 de setembro, às 20h, e tem como pano de fundo os assassinatos de mulheres ocorridos desde a década de 1990 em Ciudad Juarez, no México. Dois dias antes, 1o e 2, acontecem atividades que aprofundam a discussão. Encontros tratarão de temas como a morte intencional de mulheres no México e no Brasil e de que forma a arte pode apresentar-se como ativismo. No dia 2, Ileana Diéguez comanda um minicurso que discute situações de violência extrema e a relação entre a arte e a dor. A partir do dia 4 de setembro o ambiente e o cenário do espetáculo Bonecas Quebradas tornam-se uma instalação permanente. No espaço, das 9h às 15h, os visitantes poderão assistir a documentários e ouvir depoimentos sobre os temas retratados em cena.

Confira datas programação completa no site do Itaú Cultural

Vizinhos Distantes: Arte da América Latina no Acervo do MAC USP

Uma fronteira de quinze mil quilômetros separa o Brasil de outros países na América do Sul. Além da extensa faixa territorial que atravessa florestas e rios, a experiência de uma proximidade remota é reforçada pela variação linguística entre o português e o espanhol. A cultura e a arte brasileiras estão presentes nessa mostra como contrapontos latentes. Isto é, o repertório de cada um, seu acervo individual de imagens pode ser mobilizado quando confrontado com a arte da América Latina em exposição, num exercício que estimula as aproximações horizontais. A categoria “arte latino-americana” torna-se insuficiente para reunir as diversidades e contextos culturais da região, bem como contemplar os exílios e as migrações de artistas em trânsito pelo mundo e os efeitos da globalização sentidos deste lado do mundo.

O mapeamento dos circuitos subterrâneos de trocas revela comunidades transnacionais pautadas em estratégias de comunicação e criação, organizadas em redes pré-digitais, como táticas de resistência artística e política. O espírito moderno e as práticas revulsivas austrais, reunidos na exposição, remetem à potência crítica originária desse Continente para seguir ativando outras visadas e vizinhanças. Gratuito

Até 31 de julho de 2016 – MAC USP

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